sexta-feira, 7 de novembro de 2008

TITULO??? Quem quiser que o dê


Deitada na cama, bebo uma caneca com chá, enrolo um cigarro e sorrio e recordo os tempos em era estudante, para poupar uns trocos
Olho para o ecran branco que por mim espera
Quero escrever…quero muito escrever
Mas dentro de mim nada tenho de sentimento
Não é vazio…esse conheço de ginjeira…em tempos fomos companheiros
Apenas não sinto…nada sinto
Não me afogo em raiva
Lágrimas não as sinto
Tristeza não pressinto
Rir não consigo
Escrevo….deleto
E volto a escrever…para deletar novamente
Mais um golo de chá e ajeito o edrdon e almofada
Volto a escrever e continuo a não sentir nada
Igual a uma casa
Sem moveis, sem cheiros, sem barulhos…sem nada
E que é largada pelo dono ao rodar a chave pela ultima vez
Não sinto nada

7 comentários:

Desarranjo Sintético disse...

O título poderia ser: Indecisão.

Bonito texto.
Expressa bastante coisa!

Bjoks.

Fábio.

Dama de Cinzas disse...

Eu diria que um ar blasé invadiu sua alma... Volta e meia invade a minha tb, teve épocas de ficar um tempão assim... Talvez medo de sentir dor...

Beijocas

GUILHERME PIÃO disse...

Acontece comigo...
De vez em quando me pego flutuando neste devaneio.
Abraços

Henrique ANTUNES FERREIRA disse...

Fialhamada

Já vi que tiveste mais um carinho cá para o je: o anúncio do concurso queopiano. Agora, só falta que concorras. E o teu Zé também.

Qjs

Siegrfried disse...

Bom...
Eu não sei bem dizer como aconteceu Elisabete...
Eu só deixei ela amadurecendo em minha mente, e agora, quando soltei Lúcia outra vez, ela saiu estranha até para mim...
Entendi suas explicações sim, embora eu não entenda o que aconteceu comigo...
Abraço!

Siegrfried disse...

Foi porque a princípio eu tinha outros destinos para Lúcia, e não planejava saltar no tempo em sua história mais uma vez, porém... Deixei isso amadurecer, e um novo salto foi dado, meio que a contragosto, mas pulei mesmo assim...
É meio estranho, pois eu deixei a história fermentar, tal qual um vinho, e saiu assim... Até eu mesmo estranhei...

Siegrfried disse...

Bom... Como disseste, acho que Lúcia tomou dimensões dentro de mim, e por isso correu atrás de seu próprio destino...
Mas cá entre nós, prefiro assim, pois a história fica mais humana...
Obrigado pelo esclarecimento!
Um abraço do Tamanho do Atlântico!