
Neste teu nada fazer
Neste teu acontecer
Fico desconfortável
Neste abraçar o domínio do tempo
Nesta contemplação passiva
Eu não tenho espaço
Neste teu esperar o perigo
Nesta tua castração de agir
Fico incomodada
Pedir ajuda não é humilhação
Muita dignidade é preciso ter para reconhecer a urgência de uma mão amiga
Quando estamos em falta
Dar a cara não é desfaçatez
Encarar os olhos julgadores
É pura coragem
Ter raça é ter a consciência que tudo fizemos pela condição de acordar vivos
Aiiii! Não aguento mais este desprezo que tens por ti
Ahhhh!
Esta falta de brio em ti faz-me mal
Podes errar
Podes falhar
Podes negligenciar
Até magoar
Mas não tens o direito NUNCA
De me privares de REMENDAR
Os buracos de tecidos que nunca escolhi
Neste teu acontecer
Fico desconfortável
Neste abraçar o domínio do tempo
Nesta contemplação passiva
Eu não tenho espaço
Neste teu esperar o perigo
Nesta tua castração de agir
Fico incomodada
Pedir ajuda não é humilhação
Muita dignidade é preciso ter para reconhecer a urgência de uma mão amiga
Quando estamos em falta
Dar a cara não é desfaçatez
Encarar os olhos julgadores
É pura coragem
Ter raça é ter a consciência que tudo fizemos pela condição de acordar vivos
Aiiii! Não aguento mais este desprezo que tens por ti
Ahhhh!
Esta falta de brio em ti faz-me mal
Podes errar
Podes falhar
Podes negligenciar
Até magoar
Mas não tens o direito NUNCA
De me privares de REMENDAR
Os buracos de tecidos que nunca escolhi